Esporte fácil de ser praticado, manbol ganha adeptos no Rio e em São Paulo

O esporte do futuro. É assim que Rui Hildebrando, criador do exótico manbol, define a modalidade. Fácil de ser aprendido e praticado, é jogado com duas bolas ovais que são colocadas em quadra simultaneamente. Surgido no Pará a partir de uma brincadeira infantil – as crianças usavam mangas como bolas -, o esporte também conta com praticantes no Rio de Janeiro e em São Paulo.

Segundo Rui, a atividade pode ser realizada por pessoas de todas as idades. “É um jogo bastante lúdico. Poucas pessoas o conhecem, mas quem começa a praticar torna-se adepto. O objetivo é, até 2016, torná-lo um esporte popular”, diz Rui. Desde 2004, o manbol tem confederação própria, que trabalha para divulgar o esporte e aumentar o número de praticantes.

“Em Nova Iguaçu (RJ), a Confederação Brasileira de Manbol realizou um processo de capacitação com 110 professores de educação física para implantar o esporte em escolas públicas da região. Queremos tornar a modalidade mais acessível, já que as regras são simples. Qualquer um pode praticar e a diversão é garantida”, completa o inventor da modalidade.

Regras
O principal objetivo do manbol é fazer com que a bola toque a quadra adversária. Para isso, o jogador deve arremessá-la abaixo da linha do ombro e com apenas uma das mãos. Uma partida pode ser disputada individualmente, em duplas ou por equipes de até quatro pessoas.

A quadra onde se joga o manbol possui quatro zonas: de jogo, livre, de saque e a área 2-L, onde deve ser direcionado o primeiro saque. Cada partida é disputada em três sets de 12 pontos.

Paula Braga
Foto: Divulgação
Ascom – Ministério do Esporte
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